sábado, 21 de julho de 2012

Evangélicos sofrem série de ataques em Amhara

O ápice da perseguição se deu com o fechamento da igreja evangélica em abril de 2012. A casa dos cristãos foi apedrejada e seu líder foi agredido



Em 22 de abril, uma igreja evangélica na cidade de Lalibela, Estado de Amhara, foi fechada por autoridades do Estado logo após o fim do culto.
Todos os participantes da reunião foram fotografados pela polícia, sem a autorização deles. Em seguida, a polícia entrou no edifício e comunicou os líderes da congregação que eles tinham recebido ordens de fechar a igreja. Os líderes redarguiram e pediram para ver o mandado, mas foram ignorados.
Assim que a polícia trancou e selou as portas da igreja, algumas pessoas se reuniram em torno do líder da congregação e começaram a agredir a ele, sua esposa e seu cunhado. Tesafa, pastor da igreja, recebeu uma pedrada no abdômen. A confusão parou apenas quando mais policiais chegaram ao local. O pastor teve de ser levado ao hospital, para tratar das feridas.
Depois de passar por três hospitais, pois nenhum se mostrava equipado para atender seu caso, o pastor foi admitido em um hospital de Adis Abeba. Os custos do tratamento excediam suas posses, e assim que a Portas Abertas soube de sua situação, se prontificou a cobrir as despesas.
Crianças na mira
Os ataques não acabaram no incidente com Tesafa. Quatro casas na mesma vizinhança foram apedrejadas, a ponto de suas vigas de ferro serem danificadas. Isso chocou as crianças, que começaram a ter pesadelos.
A polícia prendeu os agressores, mas libertou-os após uma noite na prisão. Depois de serem soltos, um total de seis casas foi apedrejado durante sete noites consecutivas. Os telhados oferecem pouca proteção contra a chuva e estão em estado irreparável.
Colaboradores da Portas Abertas receberam mais relatos de intimidação. Há crianças que foram expulsas de casa pelos seus pais, porque se converter ao cristianismo. Em outro caso, um cristão recebeu ordens de muçulmanos para desocupar o imóvel comercial que alugara, onde possuía seu pequeno negócio. Em um terceiro evento, duas meninas de 15 anos foram suspensas da escola: Eyerus, por possuir uma Bíblia e falar sobre sua fé no complexo escolar, e sua amiga Mahlet, para tentar defender Eyerus.
Apesar desses desafios, os cristãos na cidade continuam a testemunhar. No entanto, perante a probabilidade de mais ataques, eles não têm sido totalmente destemidos. A Portas Abertas manterá contato com a igreja por meio de incentivo e oração. Também estamos trabalhando em conjunto com os líderes da igreja a fim de encontrar soluções e estratégias para lidar com o desânimo da Igreja em Lalibela.
Acredita-se que a origem de todos estes ataques foi uma pregação aberta feita pelo bispo ortodoxo de Lalibela, convocando os fiéis a intimidarem os evangélicos.
A pequena cidade de Lalibela é considerada um lugar sagrado pela Igreja Ortodoxa Etíope. Nela estão localizadas onze grutas, transformadas em igrejas ortodoxas, que são ponto turístico e local de peregrinação.
Motivos de oração
  1. Interceda pelos evangélicos de Lalibela, que sejam firmes em sua decisão de honrar a Deus neste tempo de perseguição.
  2. Ore pela recuperação do pastor Tesafa.
  3. Ore pelos cristãos que sofrem grande pressão para desocupar as casas que alugaram, pois eles não têm aonde ir.
  4. Peça a Deus que o governo atenda aos pedidos dos evangélicos de proteção e apoio.
  5. Ore pelas crianças, que ficaram aterrorizadas após o ataque às suas casas. Elas não compreendem o que está acontecendo.
  6. Interceda pelas jovens Eyerus e Mahlet, que perderam esse ano escolar. Elas estão emocionalmente feridas.
FontePortas Abertas Internacional
TraduçãoPortas Abertas Brasil

Texto Áureo: Gn. 6.11 – Leitura Bíblica: Gn. 6.5-12
INTRODUÇÃO
Um dos problemas sociais mais sérios da sociedade, e que não é recente, é a violência. A Bíblia fala de violência e orienta os cristãos a responderem a essa dura realidade. Na aula de hoje, estudaremos a esse respeito, inicialmente, definiremos violência, tanto da perspectiva sociológica quanto bíblica. Posteriormente, avaliaremos a violência à luz da Bíblia, e final, mostraremos encaminhamentos espirituais para a superação da violência.



1. DEFINIÇÃO DE VIOLÊNCIA
A violência, de acordo com a perspectiva sociológica, é um comportamento que causa algum tipo de dano físico ou moral às pessoas. O termo vem do latim vis, que tem a ver com força, por conseguinte, a violência é sempre um ato de força extrema, uma agressão de alguém que se coloca impositivamente sobre o outro. A violência se concretiza de maneiras diversas, através de assassinatos, mortes, agressões, sejam elas verbais ou físicas ou econômicas. Dentro da abordagem relativista, a violência é relativa, isto porque não há absolutos. Sendo assim, um comportamento considerado violento em uma sociedade pode não ser em outra. Na Bíblia, a violência é um conceito que está relacionado ao pecado, que não é relativo. Em hebraico, o termo é hamas que diz respeito à impiedade do ser humano contra outro e contra Deus (Gn. 6.11). No Antigo Testamento a violência toma a forma através de assassinatos (Gn. 49.5) e da pressão psicológica (Sl. 35.11,12). A violência é resultado do pecado, já que os seres humanos perderam o respeito pela vida e se distanciaram de Deus (Jr. 13.22; Ez. 7.11; Is. 59.6; Jr. 6.7). No Novo Testamento, o substantivo grego bia significa violência e força. Há uma passagem bíblica em At. 5.26 em que essa palavra aparece no contexto da violência político-religiosa. É nesse contexto que Paulo foi vítima de perseguição e violência por seguir a Cristo (At. 21.35). Existem poucas referências bíblicas à violência no Novo Testamento, tendo em vista que a mensagem de Cristo é de paz, não de agressão, ainda que Ele tenha sido vítima da violência social.



2. A VIOLÊNCIA NA BÍBLIA
Na Bíblia, a violência tem sua origem na Queda de Adão e Eva, quando esses decidiram trilhar caminho próprio, ao invés de irem após a orientação divina (Gn. 3.4-24; 6.5). Após a Queda, os filhos de Adão e Eva perderam o respeito pela vida, Caim, com inveja do seu irmão Abel, o assassinou (Gn. 4.3,4). Lameque retrata a condição atual humana decaída, pois, além de matar dois homens, ainda se vangloriou do seu feito (Gn. 4.23). A expansão da violência foi tamanha na antiguidade que, de acordo com o relato de Gn. 6, Deus precisou punir a humanidade, salvando apenas a família de Noé (Gn. 6.7). O Antigo Testamento está repleto de histórias de violência, o contexto das sociedades daquele tempo estava respaldado na guerra. Mas Deus não incentiva à violência, nem mesmo em relação “à vara” para a correção das crianças, criticada infundadamente, pois nada tem a ver com espancamento (Pv. 29.15). A Bíblia não aprova a violência contra crianças, cônjuges, idosos, ou de natureza sexual. Jesus se posicionou contra todo tipo de violência (Mt. 5.21-23; 7.1-5). A violência contra a mulher é reprovada na instrução de que o homem deve amar sua esposa como Cristo amou a Sua igreja (Cl. 3.19). A violência de pais contra filhos é censurada, já que esses são orientados a não irritá-los (Cl. 3.21). Os patrões não devem subverter os direitos dos seus empregados, pois isso é abuso, e também violência (Cl. 4.1). Na perspectiva bíblica, a violência tem raízes profundas, seus frutos são manifestos em palavras de ira e blasfêmias (Ef. 4.31,32), não condizentes com aqueles que expressam a fé em Cristo.



3. SUPERANDO OS TRAUMAS DA VIOLÊNCIA
Existem casos distintos de violência na sociedade, por isso, cada um deles deve ser tratado em suas especificidades. Há situações em que os cuidados de um psicólogo podem ser descartados, muito menos a orientação espiritual. A princípio, é preciso compreender os estágios pelo qual passa aqueles que foram vítimas da violência. O primeiro deles é o do impacto, caracterizado por choque, ansiedade e medo. O segundo é o da negação, a vítima tenta voltar à vida normal, negando a realidade. O terceiro é o processo, quando o sentimento da violência não pode mais ser reprimido. O quarto e último é o da integração, quando a vítima percebe que não é mais controlado pelo efeito da violência. Todos os dias pessoas são vitimas da violência social, crianças são abusadas sexualmente, mulheres são estupradas, outras agredidas pelos seus cônjuges e idosos são injuriados em diversos contextos. Existem diversas maneiras de evitar a violência social. Uma delas é a educação, os casos de violência costumam estar atrelados à falta de formação. Não por acaso, os bolsões de violência se encontram em contextos em que as pessoas foram privadas da ascensão educacional e econômica. As famílias também precisam ser protegidas, cada vez mais crianças e adolescentes têm acesso à violência, essa está se naturalizando. Os meios de comunicação em massa, inclusive os jogos eletrônicos, favorecem a violência. O uso de drogas está destruindo a juventude, o crack é uma substância que causa dependência imediata. Os efeitos das drogas não são apenas no organismo dos dependentes, mas na sociedade como um todo, causando um ciclo de destruição e criminalidade.



CONCLUSÃO
No contexto da violência social, a cultura da não-violência, que é bíblica, deve ser propagada, não apenas em palavras, mas também em atos (Mt. 5.38,39; Rm. 12.19). O perdão é o antídoto contra a violência, o agressor, principalmente aquele que assim age por ter sido vítima da violência, é descontruído diante do comportamento misericordioso (Mt. 5.38-48; Rm. 12.20,21). Todos aqueles que foram vitimas da violência social devem lembrar que Jesus também o foi, e que Ele reagiu com amor, repreendendo aqueles que cultivavam a violência (Mt. 26.52).



BIBLIOGRAFIA
BUTIGAN, K. BRUNO, P. Da violência à integridade. Sinodal: São Leopoldo, 2008.
COLLINS, G. Aconselhamento cristão. São Paulo: Vida Nova, 2004.

Prof. José Roberto A. Barbosa
professor e pesquisador da Palavra de Deus

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Ramadã: tempo de festa e busca espiritual



Hoje começa o ramadã no Egito. Esse mês traz consigo uma atmosfera cultural e religiosa diferenciada, pois trata-se da celebração de um dos pilares do islamismo

O ramadã é o mês islâmico em que os muçulmanos de todo o mudo jejuam. Por 30 dias, eles não comem nem bebem nada, do nascer ao pôr do sol. É uma tarefa árdua, considerando que os termômetros atingem entre 36 a 42 graus no Cairo.
Ao fim de cada dia de jejum, segue-se uma grande festa, e isso faz com que o consumo de comida durante o ramadã seja o maior do ano, apesar do jejum. A mesa do café do iftar – a primeira refeição ao fim do jejum – deve ser bastante farta.
A produtividade, no geral, é bem baixa durante o mês, tendo em vista que todos se encontram bastante cansados. Os ânimos ficam bastante instáveis, e dirigir para casa a tempo do iftar é um pesadelo!
Há também muitas reuniões de família e entre amigos, momento em que a hospitalidade do Oriente Médio é fortemente sentida.
Ao mesmo tempo, a consciência da prática religiosa aumenta drasticamente, mais do que qualquer outro mês do ano. Durante o ramadã, os muçulmanos costumam ler o Alcorão extensivamente, muitas vezes em voz alto, em lugares públicos como no ônibus, no trabalho e, claro, em casa. Como este é um mês "santo" no islã, há a promessa de que serão mais bem recompensados pelas "boas obras", esperando que algumas das coisas más realizadas durante o ano passado sejam apagadas!
Muitos muçulmanos distribuem gratuitamente cestas básicas, montam mesas de iftar nas calçadas, para os transeuntes que talvez não tenham tempo de chegar em casa a tempo de quebrar o jejum à noite. E, claro, o ramadã também é o mês em que os muçulmanos tentam ganhar os "infiéis" para o islã, tentando converter os vizinhos, colegas e amigos cristãos.
Isso pode gerar muita tensão entre os cristãos do Egito. Eles tentam encontrar o equilíbrio entre manter o respeito e se firme em sua fé cristã, sem cair em discussões acaloradas.
É triste ver milhões de muçulmanos no Egito, e em todo o mundo, estão buscando a paz com Deus neste mês, esforçando-se para praticar boas obras a fim de obter, de alguma forma, o favor e perdão divinos. Embora Deus esteja próximo daqueles que verdadeiramente invocarem seu nome, a maioria dos egípcios não sabe que Jesus morreu e ressuscitou para lhes dar livremente, por meio da fé, a paz com Deus que tant almeja.
Interceda pelos muçulmanos neste ramadã. E por todos os seguidores de Jesus que convivem com eles!

FontePortas Abertas Internacional
TraduçãoPortas Abertas Brasil
Aldeãos cristãos do Estado de Chhattisgarh foram foçados por extremistas a participar de rituais hindus, sendo, depois disso, expulsos da aldeia em que viviam



Em junho passado, 150 extremistas hindus forçaram 15 cristãos a participar de rituais de adoração hindus; em seguida, os agrediram e expulsaram de sua aldeia, de acordo com a Aliança Evangélica da Índia. O incidente ocorreu no distrito de Dakshin Bastar, Estado de Chhattisgarh.
Os cristãos foram levados para o templo Pendevi, onde foram forçados a adorar divindades hindus e tribais, e a participar de rituais hindus. Akhilesh Edgar, da Aliança Evangélica da Índia, disse que, depois disso, os raptores agrediram os cristãos.
Em vez de deixarem os cristãos voltarem para casa, os hindus os expulsou da aldeia.
Os cristãos procuraram a ajuda de John Nag, um pastor conhecido localmente como defensor dos cristãos.
A Associação Evangélica da Índia disse o pastor Nag e Asaram Bech, um cristão em cuja são realizadas reuniões de oração, procuraram o líder da aldeia, que se recusou a permitir a volta dos cristãos.
Os aldeões expulsos estão atualmente na aldeia do pastor Nag.
A Associação Evangélica da Índia afirmou que os cristãos não querem prestar queixa na polícia, por medo de causar uma tensão religiosa.

FontePortas Abertas Internacional
TraduçãoPortas Abertas Brasil

quarta-feira, 18 de julho de 2012


O Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo julgou improcedente por maioria de votos a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) da Lei Municipal nº 4.417/11, do município de Itatiba.

A referida lei dispõe sobre a criação do Programa Imposto Ecológico, cujo objetivo é fomentar medidas que preservem, protejam e recuperem o meio ambiente, ofertando, em contrapartida, benefício tributário ao contribuinte.

A norma, de iniciativa do presidente da Câmara Municipal de Itatiba, foi impugnada pelo prefeito da cidade. O prefeito alega de que a referida lei possui vício de iniciativa, bem como não indica a fonte de recursos disponíveis para suportar as isenções tributárias a que alude o Programa Imposto Ecológico. A Procuradoria-Geral de Justiça deu parecer pela improcedência da ação.

Em seu voto, o relator da Adin, desembargador Kioitsi Chicuta argumentou: “Assim, ao que se vê, referida lei constitui norma de natureza tributária benéfica, já que implica na redução do IPTU e do ISS no caso de adoção de medidas que estimulem a proteção, preservação e recuperação do meio ambiente”.

O desembargador concluiu então: “afasta-se, assim, respeitado convencimento adverso, o alegado vício de iniciativa do Legislativo, para julgar improcedente a ação direta de inconstitucional idade da Lei 4.417, de 10 de novembro de 2011, do Município de Itatiba”.

ADIN nº 0012658-42-2012.8.26.0000

Fonte | TJSP

terça-feira, 17 de julho de 2012

Evangelização na danPE
Deus envia missionários para casa da irmã Cosma para pregar e falar do seu amor.
Fotos






domingo, 15 de julho de 2012

Chuvas no Japão


Mundo

publicado em 14/07/2012 às 12h20

Chuvas no Japão forçam evacuação de 400 mil pessoas


(Foto: Jiji Press / AFP)
Cerca de 400 mil pessoas receberam a ordemou o conselho de abandonar suas casas nestesábado no sudoeste do Japãodiante doterceiro dia consecutivo de chuvas torrenciaisque  deixaram 29 mortos ou desaparecidos.
Agência Meteorológica Japonesa advertiu quepodem ocorrer mais deslizamentos einundações na ilha de Kyishu (sul), onde nestesábado ocorreram chuvas de até 110 milímetrospor hora.
As autoridades ordenaram a evacuação decerca de 260 mil pessoas na parte norte da ilhaonde vários rios transbordaramsegundo aimprensa local. Os evacuados se refugiaram em escolas e em outros edifícios públicos.
Outras 140 mil pessoas receberam o conselho de abandonar suas casas para evitar um possíveldesastre.



Da AFP