sexta-feira, 17 de agosto de 2012

O Presente de Deus


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

O Presente de Deus

O ser humano tem dois grandes anelos. Um é por perdão. O outro é por bondade. Consciente ou inconscientemente seu ser interior anseia pelos dois. Há momentos em que até grita por eles, apesar de, em sua agitação, confusão, solidão, medo e pressões às vezes não saber pelo que ele está gritando.

Deus respondeu este primeiro pedido de ajuda, por perdão, no Calvário. Deus enviou seu único Filho a este mundo para morrer por nossos pecados, para que possamos obter perdão. Isto é um presente - o presente da salvação. Este presente está sempre à disposição de todos que admitem com sinceridade que erraram, que pecaram, Ele é dado a todos que estendem a mão e aceitam o presente de Deus, recebendo Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador. Paulo a chama de a dádiva “indescritível” de Deus (2 Coríntios 9:15, NTV).

Mas Deus também ouviu o nosso segundo anseio, aquele anelo por bondade, e o respondeu no dia de Pentecostes. Deus não quer que venhamos a Cristo pela fé para depois viver derrotados, desencorajados, frustrados. Pelo contrário, Ele quer “cumprir com poder todo propósito de bondade (fazer o bem, BLH) e obra de fé; a fim de que o nome de nosso Senhor Jesus Cristo seja glorificado em vós” (2 Tessalonicenses. 1:11-12). À grande dádiva do perdão Deus acrescenta a grande dádiva do Espírito Santo. Ele é a fonte do poder que satisfaz a nossa necessidade de escapar da fraqueza miserável que nos prende. Ele nos faz capaz de sermos realmente bons.

Se quisermos viver uma vida sensata neste mundo moderno, se quisermos ser homens e mulheres que possam viver de maneira vitoriosa, precisamos deste presente duplo que Deus nos oferece: primeiro, a obra do Filho de Deus por nós; segundo, a abra do Espírito de Deus em nós. Este foi o meio de Deus satisfazer os dois maiores desejos da humanidade: obter perdão, e ser bom.

Um amigo me disse certa vez: - Eu preciso de Jesus Cristo para minha vida eterna, e o Espírito Santo para minha vida interna.

Se você crê em Jesus Cristo, está à Sua disposição um poder que pode modificar a Sua vida, mesmo em áreas tão íntimas como Seu casamento, seu relacionamento com a família e com outras pessoas. Deus, também, oferece poder que pode mudar uma igreja cansada em um corpo vivo e que cresce, um poder que pode revitalizar a cristandade.

Infelizmente este poder tem sido ignorado, mal-entendido, mal-usado. Com nossa ignorância nós causamos um curto-circuito no poder do Espírito Santo.

Muitos livros foram escritos sobre este poder, muitas orações foram feitas por este poder. Multidões de cristãos gostariam de tê-lo, mas não sabem direito o que ele é.

Quando o mundo olha para um cristão, tem em mente alguns clichês: vê o crente como uma pessoa obstinada, séria e sem senso de humor; alguém que não consegue fazer as coisas por si e por isso tem um “Deus como muleta”; alguém que esqueceu seu cérebro no jardim de infância.

Bem, se este clichê se aplica mesmo a nós ou à Igreja, de alguma maneira, então precisamos conhecer o poder maravilhoso e revolucionário que está exclusivamente à disposição dos que crêem em Cristo.

O Espírito Santo foi prometido, a promessa foi cumprida, os discípulos foram transformados, e a glória disto tudo para nós é que Ele está presente em todo crente verdadeiro hoje em dia. Assim, o Seu poder também está à nossa disposição hoje.



Fonte: Billy Graham no livro O Poder do Espírito Santo

Cristãos da Síria


Cristãos da Síria temem mudança para um regime islâmico

Perto da cidade síria de Alepo, a Igreja de São Simeão Estilita comemora o asceta do Século V que se tornou uma celebridade antiga ao viver no topo de uma coluna durante décadas para demonstrar sua fé. O Krak dos Cavaleiros, um castelo imponente nas proximidades de Homs, foi uma fortaleza da ordem dos Cavaleiros Hospitalários em sua missão de defender um reino das Cruzadas. Seydnaya, um imponente mosteiro na cidade de mesmo nome, foi provavelmente construído no tempo de Justiniano.

Uma freira desse mosteiro falou recentemente sobre a atual crise da Síria em uma alcova à luz de velas cercada por ícones votivos de mil anos, doados por fiéis russos ortodoxos, e pingentes de prata com formas de partes do corpo que os suplicantes procuravam curar: pés, cabeças, pernas, braços e até mesmo um par de pulmões e um rim.

"Não é algo de pequenas dimensões o que estamos enfrentando", disse ela, se referindo tanto à situação do país quanto de sua religião. "Nós simplesmente desejamos que a matança cesse".

Poucos lugares são tão centrais como a Síria na longa história do cristianismo. Saulo de Tarso fez sua conversão aqui, supostamente na Rua Chamada Direita, que ainda existente em Damasco. Foi nessas terras que ele praticou suas primeiras missões com a meta de atrair não judeus para a nascente fé.

Um século atrás, o Levante tinha uma população possivelmente 20% cristã. Agora, está mais próxima de 5%. A Síria hoje hospeda comunidades vibrantes, embora minguantes, de diversas antigas seitas: sírios ortodoxos, sírios católicos, gregos ortodoxos, gregos católicos e armênios ortodoxos.

Mas as comunidades cristãs na Síria estão sendo severamente testadas pela revolta que angustia o país há mais de um ano. Elas relembram o ano de 636, quando o imperador bizantino cristão Heráclio viu seu exército ser derrotado pelas forças muçulmanas ao sul da atual Damasco. "A paz esteja contigo, Síria. Que bela terra serás para os nossos inimigos", lamentou o imperador, antes de fugir para a Antioquia. No Século VIII, uma famosa igreja em Damasco foi demolida para dar lugar a uma mesquita omíada, hoje um dos lugares mais sagrados do Islã.

Não poucos cristãos na moderna Síria temem que a atual crise possa terminar da mesma maneira, para eles, se Bashar al-Assad e seu regime forem derrotados pela insurgência rebelde.

Sob muitos aspectos, é uma preocupação estranha. Cristãos e muçulmanos viveram lado a lado com um mínimo de atrito durante as décadas em que a família Assad esteve no poder. Historicamente, comunidades cristãs locais por vezes acolheram até mesmo senhores muçulmanos, quando os libertaram da mão pesada de Constantinopla ou de Roma. Em muitos lugares, os dois grupos continuam, ainda hoje, a estenderem as mãos uns aos outros. Até mesmo extremistas rebeldes dizem também nada ter contra os cristãos.

Mas, à medida que o conflito no país assume contornos sectários cada vez mais acentuados, pois a maioria dos cristãos se posiciona a favor do regime ou pelo menos não se opõe ativamente a ele, algumas das mais antigas comunidades cristãs da Terra estão se sentindo oprimidas.

"Levamos uma vida que tem sido inveja de muitos", diz Isadore Battikha, que até 2010 foi arcebispo de Homs, Hama e Yabroud para a Igreja Católica greco-melquita. "Mas, hoje, o medo é uma realidade".

O padre Battikha é um dos muitos apoiadores ferrenhos do presidente Assad.

Desde o início do atual conflito, história e religião têm desempenhado um papel fundamental no fomento das paixões em ambos os campos na Síria. E isso tornou-se mais pronunciado à medida que o conflito foi se arrastando, tornando-se mais sangrento e perverso.

Uma das afirmações frequentemente repetidas feitas pelo regime sírio explora com eficácia antigas rivalidades. O conflito, alega-se, é uma tentativa de neo-otomanos na Turquia e ultraconservadores muçulmanos de ambições expansionistas na Arábia Saudita, conhecidos como wahhabitas, de conquistar terreno na Síria.

Essa narrativa, segundo a qual uma maioria de muçulmanos sunitas domina e reprime as minorias, é agora matéria de noticiários noite após noite na televisão estatal síria. O regime sabe que essa mesagem repercute bem entre os cristãos e outras minorias.

Os otomanos, turcos que governaram a Síria de 1516 até a Primeira Guerra Mundial, relegaram os cristãos a um status de cidadãos de segunda classe. Eles foram autorizados a praticar sua religião e a governarem-se em assuntos que não diziam respeito aos muçulmanos. Mas também foram obrigados a pagar impostos especiais e havia muitas restrições a eles no que dizia respeito a interações com os muçulmanos. O wahhabismo, a forma ascética e fortemente conservadora do islamismo praticado na Arábia Saudita, é ainda mais duro em relação aos cristãos.

Os rebeldes facilitaram, para o regime, a manipulação desse tipo de temores. Num esforço para inspirar seus próprios combatentes e obter favores e apoio de estrangeiros, principalmente da Arábia Saudita e do Catar, o único outro país onde o wahhabismo é a religião estatal, alguns caracterizam o conflito como uma luta para restaurar as glórias dos califados islâmicos e resgatar a Síria do domínio dos infiéis.

Isso transparece claramente nos nomes adotados para identificar as brigadas do Exército Livre da Síria — a frouxa articulação de milícias locais e desertores do Exército. Muitas das milícias receberam seus nomes em homenagem a figuras reverenciadas por muçulmanos sunitas como o terceiro califa Umar ibn al-Khattab, cujo título principal era al-Farouq, que significa "aquele que distingue verdade de falsidade", e o guerreiro islâmico e comandante militar Khalid ibn al-Walid.

Foi Ibn al-Walid, combatendo pelo califa Umar, quem derrotou o imperador Heráclio em 636, durante a primeira onda da conquista muçulmana proveniente da Península Arábica nos anos que se seguiram à morte do profeta Maomé.

O principal alvo dos rebeldes de inclinação mais sectária não são os cristãos. São os alauitas, grupo minoritário ao qual pertence a família Assad. Os alauítas, que compõem cerca de 12% da população da Síria, praticamente o mesmo percentual dos cristãos, são uma seita heterodoxa que ramificou-se do Islã. São considerados heréticos por extremistas muçulmanos, muito piores do que os cristãos.

Apesar disso, muitos cristãos temem que um governo que venha a substituir o regime de Assad possa ser dominado por grupos como a Irmandade Muçulmana, que poderiam devolvê-los à condição de cidadãos de segunda classe. Eles também temem que suas comunidades possam ser devastadas pelo fogo cruzado entre a insurgência predominantemente muçulmana sunita síria e o bem armado regime alauita, da mesma maneira que os cristãos no vizinho Iraque muito sofreram durante as guerras sectárias lá nos últimos dez anos.

A expansão do conflito a Damasco e Alepo, as duas maiores cidades sírias, amplificou os temores dos cristãos. Eles estão sob pressão tanto do regime como dos rebeldes para que tomem partido e declarem suas alianças. Aqueles que querem evitar tomar partido estão deixando o país.

Por ora, muitos refugiados — tanto cristãos como muçulmanos e outros — mudaram-se para áreas onde se sentem mais seguros na Síria ou no vizinho Líbano. Até agora, não emergiu o padrão visto no Iraque, onde muitos cristãos emigraram definitivamente para países ocidentais.

Os exemplos mais claros de adesão de cristãos ao regime ocorreram em Homs. Na cidade de Quşayr, a sudoeste de Homs, uma família cristã ajudou as forças de segurança pegando em armas e operando postos de controle. O resultado foi uma reação contra todos os cristãos, e a cidade ficou praticamente esvaziada de cristãos a partir de então.

Em Wadi al-Nasara — o Vale dos Cristãos, outro enclave em meio a cerca de 30 aldeias a oeste da cidade de Homs —, uma família de cristãos pró-regime combateu ao lado de elementos leais a alauitas, dizem moradores que recentemente fugiram da área. Cristãos pro-regime tomaram, no belíssimo vale, dois palácios de propriedade de diplomatas árabes do Golfo, disseram eles.

Perto dali, combatentes sunitas estabeleceram uma base no Krak dos Cavaleiros, castelo que é um marco histórico do Século XII e pertencia às cruzadas. "Agora é impossível para um muçulmano descer até o vale", disse um morador da área.

O padre Paulo Dall'Oglio, sacerdote jesuíta italiano que viveu na Síria durante três décadas, mas foi expulso pelo regime em junho, diz que muitos membros da igreja têm velhos laços com o regime e com os serviços de inteligência, o que moldou sua posição.

"Muitos cristãos na Síria acreditam não haver alternativa ao regime de Bashar Assad", diz o padre Dall'Oglio.

Alguns cristãos, porém, estão se esforçando para superar esse fosso, tentando um diálogo com a oposição e os rebeldes, ou pelo menos lançando uma ponte sobre o abismo sectário que cada vez mais os separam.

Basilios Nassar, um sacerdote ortodoxo grego da cidade central de Hama, foi baleado e morto por franco-atiradores do governo em janeiro, enquanto ajudava a evacuar os feridos em confrontos em um bairro, dizem ativistas cristãos.

Eles dizem que os franco-atiradores provavelmente o confundiram com um combatente islâmico por causa de sua barba e vestes negras. Sua igreja disse que ele foi morto por "um grupo terrorista armado".

Caroline, uma ativista cristã que pediu para ser identificada apenas por seu primeiro nome, foi presa pelas forças de segurança em abril, em Damasco, enquanto distribuía ovos de Páscoa para filhos de cristãos, de sunitas e de famílias alauitas expulsas pelos combates em Homs.

Tiras de papel com passagens do Alcorão e da Bíblia acompanhavam os ovos. Caroline disse que esse ato fazia parte de suas tentativas de eliminar gradualmente as barreiras que agora separam os grupos religiosos na Síria devido ao conflito.

Anteriormente, ela fez questão de ajudar as esposas e filhos de homens mortos em combate na cidade predominantemente sunita de Douma, nos arredores de Damasco, distribuindo provisões de comida e envelopes com dinheiro.

Ela também procurou realizar reuniões com líderes eclesiásticos para pedir-lhes que "não impusessem uma posição em relação a todos os cristãos". Ela disse que a maioria a repreendeu por ser contra o regime ou não quiseram dialogar com ela.

O padre Nawras Sammour, um jesuíta de 44 anos de idade originário de Alepo, dirige um programa de assistência em todo o país, denominado Serviço Jesuíta para Refugiados. O grupo está atualmente prestando assistência a 6.000 famílias sírias em todo o país que deixaram suas casas, afetadas pela violência: muçulmanos sunitas e xiitas, drusos, alauitas e cristãos.

Ele acredita que somente mediante diálogo entre diferentes grupos religiosos os cristãos continuarão sendo uma presença vibrante nessas antigas terras. Ele admite os problemas e diz compreender as preocupações dos cristãos.

"Veja o Iraque, veja o Egito", diz ele, listando os países vizinhos onde turbulência política e a substituição de um governante autoritário por uma ressurgência islâmica impactou comunidades cristãs há muito estabelecidas. "Mas, apesar disso, temos de construir pontes. Esses são os princípios do Evangelho. Não podemos simplesmente escolher um lado e aderir a ele".

Alexandre Haddad, um residente com 66 anos de idade na aldeia serrana de Maalula, está preocupado com o destino de sua antiga comunidade cristã, mas assume uma perspectiva de longo prazo. Como outros moradores no vilarejo, ele fala uma variante do aramaico, a língua falada pelo próprio Jesus.

"Muitas pessoas passaram por este país — bizantinos, muçulmanos, tamerlanos, mongóis, otomanos" —, disse Haddad, sentado à sombra do convento de Santa Tecla, heroína da lenda bíblica "Os Atos de Paulo e Tecla".

"Jesus era originário de [uma região] um pouco ao sul. São Paulo esteve em Malula ", diz ele. "O cristianismo é muito forte aqui".



Tradução: Sergio Blum
Fonte: The Wall Street Journa

O difícil e o impossível


O difícil e o impossível

Confundimos sempre o difícil e o impossível, fazendo tudo uma mesma coisa. Mas não é.

Difícil é algo que encontra obstáculos, geralmente grandes. Impossível é um beco sem saída, é o incalcançável.

Mas em certas situações da vida não vemos essa diferença. É quando as forças nos abandonam, o passado parece que recai na nossa cabeça e o futuro parece obscuro. Nesses instantes de fraqueza tudo toma forma de impossível. E, mesmo se ousamos sonhar, nos dizemos realistas quando afirmamos que esses sonhos são impossíveis.

Deixa eu dizer uma coisa... tanto que os sonhos estão dentro da nossa cabeça, nunca estarão longe demais de nós. Então, já não são impossíveis, apenas precisarão de algum esforço a mais para que se tornem realidade, precisarão de um pouco mais de trabalho, perseverança, atitude positiva, fé e coragem. Precisarão de uma dose diária de ânimo.

É quando julgamos impossível que não fazemos nada, porque já colocamos um ponto final onde nem começo teve.

Existe uma diferença entre difícil e inalcançável. Difícil é sempre aquilo que vem com impedimentos e o inalcançável nossas mãos não tocam. Portanto... mesmo o inalcançável a gente acaba tocando com o coração. Não é o caso do brilho das estrelas e do luar?

Nossos sonhos só são altos demais se nos curvamos diante deles, se nos fazemos miúdos e deixamos de olhar para a frente.

Impossível mesmo é aquilo que não tem mais volta porque o fôlego se foi. Tudo o mais são simples etapas que devem ser vencidas, caminhos que devem ser atravessados.

Experimente dar um primeiro passo... e isso vai fazer toda a diferença!




Autor: Letícia Thompson

Inri Cristo que se diz


Inri Cristo que se diz a reencarnação de Jesus Cristo, vai a Brasília protestar contra o mensalão


Inri Cristo, catarinense que se diz a reencarnação de Jesus Cristo, esteve na tarde desta quarta-feira no Supremo Tribunal Federal, em Brasília, para se manifestar sobre o julgamento do mensalão, "na condição de eleitor e conselheiro de juristas".


Cristo distribuiu um manifesto no qual diz que Lula era "comandante" do esquema de corrupção e que ele "se faz de burro para continuar comendo milho". "O povo brasileiro pode até eleger um ladino, um espertalhão, um falastrão [...] porém, nunca elegeu um pateta", afirma o texto.



No início parecia que Cristo não conseguiria ultrapassar as grades que separam o tribunal da Praça dos Três Poderes, onde ele está localizado. "Não posso obrigar ninguém a nada, só posso entrar onde me deixam entrar", dizia o ex-bancário, acompanhado de seu séquito. "Sou contra, inclusive, a obrigação de votar."



Após breve conversa com os seguranças, Cristo foi autorizado a assistir a sessão nas salas separadas para o público e, ao longo do julgamento, poderia passar ao plenário, conforme a disponibilidade de lugares.



Ao telefone, um dos seguranças confirmava pelo celular que Inri Cristo não estava de terno, gravata e sapatos sociais, como manda a liturgia do Supremo, e sim com as habituais longas vestes brancas, a sandália surrada e a coroa de espinhos cenográfica. Questão a ser resolvida, segundo ele, pelo cerimonial, caso Cristo fosse ao plenário.



Não foi necessário: Inri Cristo se conformou em ir apenas até a entrada do tribunal. Antes, fez uma parada na estátua da Justiça, escultura de Alfredo Ceschiatti. "Por ser cega, você não pode ver as injustiças, por ser surda você não pode ouvir o clamor do povo e por ser muda não pode interferir junto a meu pai senhor Deus. Já eu posso pedir ao meu pai", pregou Cristo, iniciando uma oração.



Ele dizia ter ido ao Supremo para dar sua opinião sobre o assunto, pedida há sete anos pelos internautas que acompanham seu site. "Eu estou aqui para manifestar a minha vontade e a do meu pai para que se faça Justiça", afirmava.



Que Justiça? "A de Deus, claro! A dos homens falha, sempre falha", respondeu Cristo, rindo. Ele negou que pudesse adiantar ou influenciar os votos dos ministros, mas que pediria a Deus que os "iluminasse" na votação.



Fonte: Folha

Convite.
O Pastor Samuel Mota convida a todos para neste sábado participar do 3º ano de adoração e louvor do conjunto: Novas de Paz que será realizado na Assembleia de Deus em Cupissura.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

AD cup

                                  O Missionario Emviado Pela AD de Cupissura Ivanildo e solange
a
                                               Culto de Missão na Centra de Cupissura

Acorde Celeste



Em 1977 nascia um dos mais conhecidos grupos de louvor da Paraíba. O conjunto Acorde Celeste completou 35 anos e, por este motivo, realizou um grande culto de agradecimento a Deus por seu aniversário.
O culto aconteceu no último domingo (05) no templo central da ADPB e contou com a presença de vários membros e líderes da igreja. Na oportunidade, o Acorde Celeste cantou vários hinos que marcaram épocas, trazendo recordações maravilhosas ao longo dessas 3 décadas e meia. Além das pessoas que se converteram ao Senhor Jesus.
Os dirigentes do Acorde agradecem a Deus por tantas bênçãos que Ele lhes proporcionou. Agradecem à toda família Acorde Celeste pelo esforço e compreensão. Aos pastores Ismael Machado e Everaldo Morais pela participação mais que especial e ao Pr. Isaque Xavier.
Ramon Nascimento
ramon@adpb.com.b