quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Mensagens do dia 06;09;2012

                                          A memssagens do Secretário de Missão da ad de Cupissura
                                             Fazer o que Deus manda
Diz assim: "Aconteceu que, ao aperta-lo a multidão, para ouvir a palavra de Deus, estava ele junto ao lago de Genesaré

E viu dois barcos junto à praia do lago, mais os pescadores avendo desembarcado, lavavam a rede"


O ato de lavar a rede, quer dizer o que? desistir! ou seja, fizemos o que tinha que ser feito.


"E entrando em um dos barcos, que era o de Simão, pediu-lhe que o afastace um pouco da praia, e assentando-do Secretáriose, ensinava do barco as multidões"


Simão! no coração dele, não imagina o que Deus tava preparando pra realiza na vida dele naquele momento.


A verdade é que quando você busca a palavra de Deus, busca a agradar a Deus, Ele sempre te surpreende. O que é surpresa? É algo que você não esperava, é assim que Deus trabalha, Deus ele não faz, ou Ele deseja fazer somente aquilo que você precisa, ou entregar pra você somente aquilo que você deseja, mais Ele também quer te surpreender.


Cada coisa que acontece na sua vida, que você fica ate bobo, você fica dizendo assim: mais eu não mereço nada disso. Mais na verdade quem que merece? o que Deus faz, ele faz por meritos? Ele abençoa alguem por meritos? não ele é bom, ele é o melhor então vo abençoar ele, é assim? claro que não, muito pelo contrário, a Biblia diz que "Deus confundi os sabiós".


Tem uns que dizem assim: mais eu mereço essa posição, eu mereço aquilo. E Deus faz o que? aquele que ta de joelhos dobrados buscando a presença dele, é aquele que Deus vai exaltando.


É isso que Deus ta fazendo na sua vida, talvez você ainda não viu isso aos olho fisícos, mais não esquece que Ele adora surpreender. E quando você menos espera, Ele vai colocar um sorriso no seu rosto, e você vai toma um susto. Ai você vai dizer: Meu Deus mais eu não mereço. Na verdade Ele ja sabia que você não merecia, Ele sempre soube que você não mereceu nada, mais você se humilhou, você buscou, você fez dEle o seu tesouro, a sua prioridade. Então Deus tem prazer em te abençoar, em te honrar .


No momento de dificuldade, de luta, você não viro as costas pra ele, porque o cristão interessero faz isso, Faz ou não faz? ele louva ali, fica feliz, enquanto ele ta esperando algo, derrepente se aquele algo não chega no praso que ele extipulou, ele vira as costas pra Deus, é verdade ou não?


Por isso que existe as provações, não que você prove alguma coisa pra Deus que ele não saiba, mais você prova a si mesmo. Quando um cristão passa por alguma dificuldade, ele sai daquela dificuldade forte. Essa dificuldade na verdade, se fosse pra um cristão com segundas intensões, seria distruição. Mais o verdadeiro cristão não, o verdadeiro ate gosta de passa por umas, por que não tem momento que ele sente mais a presença de Deus, do que no momento da dificuldade. Lembra daquele momento que você estava sendo espremido, e ninguem pra te ajudar, lembra daquela oração que você fez de joelhos dobrados e você chorou, mais não foi de tristeza ou de angustia não, é porque ali você sentiu que Deus era contigo.


Na verdade Deus ja esta falando, porque não tem nada a ver com a palavra, não tem nada a ver com a pesca maravilhosa, mais é Deus que esta me usando pra fala com você, Amem!


"Quando acabou de falar, disse a Simão: Faze-te ao lago, e lançai as vossas redes para pescar.


Respondeu-lhe Simão: Mestre, havendo trabalhado toda a noite, nada apanhamos; mas, sobre a tua palavra, lançarei as redes"


È aquilo que o Espirito Santo vem falado nos ultimos dias, o que você precisa fazer, pra encontrar a vida que você deseja, é justamente colocar as suas razões, os seus motivos de lado, ouvir o que Deus fala, e fazer o que Deus manda. Amem !

Justiça entende que maçonaria não é religião

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Justiça entende que maçonaria não é religião ao julgar recurso que pedia imunidade tributária

O Supremo Tribunal Federal (STF) entendeu que a maçonaria não é uma religião ao julgar o recurso de uma loja maçônica do Rio Grande do Sul. A loja pedia imunidade tributária. O ministro Ricardo Lewandowski, relator do caso, negou provimento ao recurso ao considerar que a própria loja maçônica, em seu site, afirma que não é uma religião. O relator, em seu voto, destacou que a descrição da loja afirma que ser uma “comunidade fraternal hierarquizada, constituída de homens que se consideram e se tratam como irmãos, livremente aceitos pelo voto e unidos em pequenos grupos, denominados Lojas ou Oficinas, para cumprirem missão a serviço de um ideal. Não é religião com teologia, mas adota templos onde desenvolve conjunto variável de cerimônias, que se assemelha a um culto, dando feições a diferentes ritos”.

O ministro verificou também que “a prática Maçom é uma ideologia de vida. Não é uma religião. Não tem dogmas. Não é um credo. É uma grande família apenas. Ajudam-se mutuamente, aceitando e pregando a idéia de que o Homem e a Humanidade são passíveis de melhoria e aperfeiçoamento”. Lewandowski apontou também um ponto “paradoxal” da maçonaria por pregar e professar uma filosofia de vida para melhoria e aperfeiçoamento da Humanidade, mas só admite somente homens livres, excluindo as mulheres, e que exerçam profissão que assegurem a sua subsistência e não admitem analfabetos “por não possuírem instrução necessária à compreensão dos fins da Ordem”. O voto do relator foi seguido pelos ministros Ayres Britto, Dias Toffoli e Carmén Lúcia. O voto do ministro Marco Aurélio foi vencido.

Para Marco Aurélio, o voto de Lewandowski promoveu uma “uma redução teleológica do campo de aplicação do dispositivo constitucional em comento”, ao dizer que a “Constituição conferiu imunidade tributária aos ‘templos de qualquer culto’, e que este benefício fiscal está “circunscrito aos cultos religiosos". Marcou Aurélio afirmou que a declaração é “mais restritivo que a interpretação literal da Lei Maior”, afirmou. O artigo 150 da Constituição Federal, inciso I, alínea b, é veda a instituição de impostos sobre "templos de qualquer culto". Aurélio disse que “há inequívocos elementos de religiosidade na prática maçônica” e que é necessário se atentara para a norma constitucional que protege o culto.

Em seu voto-vista, justificou que a maçonaria está dentro do escopo protetivo da Constituição de 1988. “Este consiste em rituais de elevação espiritual, propósitos intrincados nas práticas maçônicas, que, se não podem ser classificadas como genuína religião, segundo a perspectiva das religiões tradicionais — e o tema é controverso —, estão dentro do escopo protetivo da Constituição de 1988”. Ele afirma que a maçonaria pode ser classificada como corrente religiosa por haver uma profissão de fé em valores e princípios comuns. “Basta ter em conta a constante referência ao ‘Grande arquiteto do Universo’, que se aproxima da figura de um deus. Está presente, portanto, a tríplice marca da religião: elevação espiritual, profissão de fé e prática de virtudes”, explicou. Marco Aurélio acredita que a decisão contraria entendimentos anteriores da Suprema Corte sobre imunidades.




Fonte: Bahia Notícia

O pastor e suas ovelhas

O pastor e suas ovelhas

Pastores e ovelhas eram uma parte tão familiar do mundo antigo que se tornaram uma pronta metáfora para os escritores bíblicos. O terno cuidado dos pastores com suas ovelhas levaram Davi e seus companheiros salmistas a falar do Senhor como o pastor de Israel (Salmos 23; 80:1), e de Israel como “as ovelhas do teu pasto” (Salmos 100:3; 95:7; 79:13; 78:52).

Os profetas também, em suas visões messiânicas, viram Deus de modo semelhante: “Como um pastor apascentará o seu rebanho; entre os seus braços recolherá os cordeirinhos, e os levará no seio; as que amamentam, ele guiará mansamente.” (Isaias 40:11); “Eu mesmo apascentarei as minhas ovelhas, e as farei repousar, diz o Senhor Deus. A perdida buscarei, a desgarrada tornarei a trazer, a quebrada ligarei e a enferma fortalecerei...” (Ezequiel 34:15-16).

Escritores do Velho Testamento também fizeram uso efetivo da bem conhecida disposição das ovelhas para se desgarrarem. De nossos caminhos pecaminosos Isaías escreveu: “Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas” (Isaías 53:6) e o mais longo dos salmos termina com este queixoso apelo: “Ando errante como ovelha desgarrada; procura o teu servo, pois não me esqueço dos teus mandamentos” (Salmo 119:176).

Em sua ilustração do pastor e das ovelhas (Lucas 15:3-7; Mateus 18:12-14), Jesus estava não somente abordando seus ouvintes pela prática conhecida, mas com uma metáfora bíblica conhecida. Não havia meio deles perderem a lição. Jesus, como o fez seu Pai, via os homens como“aflitos e exaustos, como ovelhas sem pastor” (Mateus 9:35).

As ovelhas comumente se perdem devido a sua própria despreocupação. Esquecendo tanto o rebanho como o pastor elas perambulam sem destino, tendo na mente nada mais do que a próxima moita de capim. Não há pensamento em lobos ou profundos precipícios. Como isto espelha acuradamente nossos modos ineptos! Não é que um dia tenhamos a idéia de ser ímpios e então comecemos metodicamente a cumprir nossa ambição. Estamos meramente tão preocupados com os desejos e circunstâncias presentes que nos tornamos distraídos das conseqüências de nossas escolhas. Vidas vividas sem propósito tornam-nos peões de nossas paixões e, seja de propósito ou não, encontramo-nos antes que o saibamos, longe de Deus, miseráveis em nosso desamparo e feridos. Tais ovelhas não representam os orgulhosos e os teimosos, mas os infelizes, aqueles que são rápidos em admitir sua própria estupidez e pecado mas, não obstante, são assim mesmo perdidos.

Mas o foco da parábola está no pastor. Argumentando do menor para o maior, Jesus toma a atitude conhecida de um pastor para com uma ovelha perdida, para justificar sua atitude para com as pessoas perdidas, e para expor o espírito sem misericórdia de seus críticos. Ele tinha antes usado o mesmo tipo de argumento, da atitude de um médico para com o doente (Mateus 9:12). Os fariseus sabiam que nenhum pastor verdadeiro jamais abandonaria uma ovelha perdida ainda que o resto do seu rebanho estivesse seguro. Com pastores a preocupação não era meramente econômica, mas sentimental. Eles ficariam freqüentemente ligados às ovelhas até o ponto de chamar cada uma delas por seu próprio nome especial (2 Samuel 12:3; João 10:3).

Os fariseus também sabiam que o pastor, quando achasse sua ovelha, não a esmurraria com raiva, mas carregaria a desgarrada, agora severamente enfraquecida, gentilmente em seus ombros. Mais ainda, quando ele retornasse, ele voltaria em franca alegria.

Com esta simples ilustração Jesus levantou uma questão implícita com seus detratores: como poderiam eles ter tal compaixão por uma ovelha e tratar os homens com tal arrogante e egoísta dureza. Eles não somente não tinham buscado o pecador perdido, mas não se regozijariam com sua recuperação. E com isto eles tinham mostrado dramaticamente como sua própria disposição diferia da divina. Enquanto Deus se regozija, eles amuam. Enquanto o céu perdoa, eles cospem seu desprezo. Enquanto o bom Pastor busca recuperar o rebanho espalhado, eles vivem para devastá-lo. É um quadro sombrio.

Mas alguns podem ficar envergonhados pela observação conclusiva de Jesus que “haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos (retos) que não necessitam de arrependimento” (Lucas 15:7). Ele está sugerindo que Deus sente uma alegria menor pelos justos do que pelo pecador recuperado? As duas coisas. A alegria de recuperar o perdido é um tipo especial de alegria, uma alegria cheia de alívio, mas isso nunca exclui como profundo, um deleite naquilo que nunca foi perdido. E, o termo justo ou reto que Jesus usa aqui tem um toque irônico em si. Quem, no mundo, seria tão justo que não precisasse de arrependimento? Infelizmente, os fariseus pensavam que poderiam nos dizer. A verdade é que todas as ovelhas desgarraram (Romanos 3:9, 10) e precisam da misericórdia daquele “grande Pastor das ovelhas” que nos redime “pelo sangue da eterna aliança” (Hebreus 13:20). Este grande Pastor“apascentará o seu rebanho; entre os seus braços recolherá os cordeirinhos e os levará no seu seio; as que amamentam, ele guiará mansamente” (Isaías 40:11).



Fonte: Paul Earnhart em Estudos da Bíblia

A "doce" tarefa de esperar

A "doce" tarefa de esperar

“De maneira que haja quinze côvados de cortinas de um lado; suas colunas três, e as suas bases três.” (Êxodo 27:14)

Vamos meditar nos diversos pontos deste último verso do salmo 27. Hoje, selecionei o primeiro convite que temos diante de nós: “Esperar”. O salmista afirma: “Espera no Senhor”. Parei um pouquinho para refletir qual o propósito divino em nos fazer aguardar pacientemente suas promessas.

Primeiramente, a espera nos ensina a dádiva da dependência. Você pode rapidamente se inclinar para um estilo de espiritualidade arrogante se alcançar com facilidade tudo o que quiser. O Senhor então te prova com o tempo. A espera te mantém na dependência, reconhecendo com humildade que você precisa da graça divina.

A espera te tornará uma pessoa paciente. A impaciência destrói relacionamentos (quantos namoros você desfez por cobranças impacientes?). Para nos purificar dessa atitude mesquinha, Deus parece demorar em agir em algumas coisas que sabemos que Ele poderia realizar em instantes. Nesse intervalo, vamos sendo modelados e a paciência vai sendo formada em nosso caráter.

Por fim, a espera é um termômetro para Deus nos revelar se de fato dependemos dEle. Quando você murmura por algo que ainda não ocorreu, você está dizendo, de modo espiritual, que Deus não merece sua confiança. Que você o considera incapaz de estar liderando sua vida.

É por isso que você anda aguardando tanto. Comece a descobrir o prazer de viver uma vida de constante confiança em Deus, livre de preocupações com coisas que você sabe que podem ficar em segundo plano. Só daí você descobrirá a verdadeira liberdade, a graça de viver sob o cuidado do Pai Celestial.

O Pai te diz: “Espera! Seja dependente! Seja paciente! Confia em mim! Sou tudo o que você precisa, e o mais a meu tempo acrescentarei!”

Esperar é o segredo!

Deus te abençoe!




Fonte: Pr. Sérgio Fernandes em Amor em Cristo

Justiça condena empresa

Justiça condena empresa que obrigava funcionário evangélico a participar de reuniões com garotas de programa

A Ambev terá de pagar uma indenização de 50.000 reais a um vendedor por danos morais. O motivo é que, entre 2003 e 2004, ele foi obrigado a participar de reuniões das quais participavam garotas de programa, chamadas pelo seu gerente, de acordo com processo trabalhista.

Segundo o funcionário, as prostitutas eram uma forma de incentivar os vendedores a bater as metas. De acordo com nota divulgada no site do Tribunal Superior do Trabalho (TST), o autor da queixa é casado e evangélico e afirma que o gerente chegou ao ponto de amarrá-lo para que assistisse a filmes pornôs.

Ainda segundo o processo apresentado à Justiça, o chefe também teria levado uma stripper à sua sala, para que ela se despisse. No processo, o vendedor afirma também que a equipe era obrigada a participar de festas em chácaras, onde as garotas de programa eram o “incentivo” para bater as metas.

Os vendedores que cumprissem as metas recebiam um “vale” para praticar sexo com as prostitutas.

No recurso apresentado ao TST, a Ambev contestou o valor da indenização, afirmando que o dano sofrido pelo funcionário era “mínimo”. O TST, porém, não deu prosseguimento à análise do recurso, e a indenização foi mantida.



Fonte: Exame

Perguntas que os Evangélicos não querem responder

Perguntas que os Evangélicos não querem responder

Por favor, alguém pode me explicar por que palavras como “paixão”, “fogo”, “glória”, “poder” e “unção” vendem muito mais CDs do que “graça”, “misericórdia” e “perdão”?

Por que aqueles que mais falam sobre “prosperidade” evitam sistematicamente textos como Tiago 2:5, I Timóteo 6:8 e Habacuque 3:17-18?

Por que se fala tanto em dízimo, defendendo-o com unhas e dentes, mas quase nada se fala sobre ter tudo em comum e outras coisas como “ajudar os domésticos na fé” e “não amar somente de palavra e de língua mas de fato e de verdade”? Em qual proporção a Bíblia fala de uma coisa e de outra?

Por que em Atos 4, quando os apóstolos foram presos, a igreja orou de forma tão diferente do que se ora hoje? Por que não aproveitaram a ocasião pra “amarrar o espírito de perseguição”, pra “repreender a potestade de Roma”, ou coisa semelhante?

Por que Atos 2:4 é muito mais citado como modelo do que era a igreja primitiva do que Atos 2:42?

Por que todo mundo sabe João 3:16 de cor, mas tão pouca gente sabe I João 3:16?

Por que 90% ou mais dos cânticos congregacionais modernos são na primeira pessoa do singular (EU), quando a proporção nos salmos é muito menor?

Por que todo mundo aceita que Jesus curou e colheu espigas no sábado, aceita também que Deus ordenou que seu povo matasse vários povos rivais, mas se escandaliza absurdamente quando alguém diz que Raabe fez certo ao mentir para preservar duas vidas? O que vale mais, em situação de conflito, que um soldado pagão saiba a verdade ou a vida de dois homens? Será que se Raabe tivesse dito a verdade, teria sido elogiada em Hebreus 11?

Por que quase tudo que se vende numa livraria cristã foi produzido nos últimos 50 anos, se nosso legado é de 2.000 anos de História do Cristianismo? O que aconteceu com os outros 19 séculos e meio?

Por que os cristãos creem que o homem foi nomeado por Deus como o responsável pela criação, e que tudo que Deus criou é bom, mas são os esotéricos os que mais lutam pela defesa do meio-ambiente?

Por que todos os ritmos de origem na raça negra até hoje são considerados por alguns como diabólicos?

Por que se canta tanto sobre coisas tão etéreas como “rios de unção” e “chuvas de avivamento”, ao passo que Jesus usava sempre figuras do cotidiano para ensinar, como sementes, pássaros e lírios?

Por que se amarra, todos os anos, tudo quanto é “espírito ruim” das cidades, fazendo marcha e tudo, mas as cidades continuam do mesmo jeito? Aliás, se os “espíritos ruins” já foram “amarrados” uma vez, por que todo ano eles precisam ser “amarrados” de novo?

Por que se canta todos os dias “Hoje o meu milagre vai chegar”? Afinal, ele não chega nunca? Que dia está sendo chamado de “hoje”?

Por que Jó não cantou “restitui, eu quero de volta o que é meu”, nem declarou ou amarrou nada, muito menos participou de “campanha de libertação” quando perdeu tudo?

Por que nós nunca vamos ao médico e pedimos, “doutor, dá pra queimar essa enfermidade pra mim por favor”? Por que então se ora pedindo isso pra Deus? Seria correto orar assim pra Deus curar alguém enfermo por causa de queimadura?

Por que não se faz um mega-evento evangélico, desses que reúnem um milhão de pessoas ou mais, pra fazer um mutirão para distribuir alimentos aos pobres ou ainda para recolher o lixo da cidade? Aliás, por que se emporcalha tanto as cidades com óleo e outras coisas nos tais “atos proféticos”? Não seria um melhor testemunho limpá-la ao invés de sujá-la?

Por que as rádios evangélicas tocam tanta coisa produzida por gravadoras ricas e nada produzido por artistas independentes?

Por que se faz apelo ao fim de uma “pregação” que não fez qualquer menção ao sangue, à cruz, ao arrependimento, ou sequer ao pecado?

Por que Deuteronômio 28:13 (“o Senhor te porá por cabeça, e não por cauda”) é tão citado, ao passo que I Coríntios 4:11-13 (“somos considerados como o lixo do mundo”) ninguém gosta de citar?

Será que ninguém percebe que algo anda muito errado com o evangelicalismo brasileiro?

Eu só queria saber…




Fonte: Leonardo Gonçalves no Púlpito Cristão

Cristão e mulher serão assistentes do presidente egípcio

Cristão e mulher serão assistentes do presidente egípcio

Mursi: o político, que assumiu o poder em 30 de junho, é o primeiro presidente egípcio islamita, assim como o primeiro não proveniente das Forças Armadas

O presidente egípcio, Mohamed Mursi, nomeou nesta segunda-feira um intelectual cristão copta e uma mulher, professora universitária, como assessores presidenciais, anunciou seu porta-voz, Yasser Ali.

Samir Morcos, um escritor copta liberal, comprometido com o diálogo entre o Islã e o Cristianismo, foi nomeado "assistente para a transição democrática", enquanto Pakinam al-Sharkawi, professora de Ciências Políticas na Universidade do Cairo, será "assistente para assuntos políticos".

Do lado islamita foram nomeadas outras duas personalidades: o dirigente do partido salafista Al Nur, Emad Abdel Ghafur, que será "assistente para relações com a sociedade civil", e Esam al-Hadad, do Partido da Liberdade e Justiça (PLJ), formação da Irmandade Muçulmana, que ficará responsável pelas "relações exteriores e pela cooperação internacional".

Aos quatro assistentes, que serão colaboradores próximos do presidente, serão somados 17 "conselheiros presidenciais".

O governo atualmente dirigido pelo primeiro-ministro Hisham Qandil conta apenas com um membro da comunidade copta e com duas mulheres, todos em cargos de pouca visibilidade.

Mursi, que assumiu o poder em 30 de junho, é o primeiro presidente egípcio islamita, assim como o primeiro não proveniente das Forças Armadas, caso de todos os chefes de Estado anteriores desde a queda da monarquia em 1953.



Fonte: Exame